Fisioterapia esportiva é diferencial para atletas de todos os perfis

29 Aug

 

A fisioterapia esportiva é uma área da fisioterapia convencional que atua junto aos atletas e aos praticantes de atividades físicas, e atua de forma diversa da ortopédica. Apesar das lesões do esporte também serem lesões ortopédicas, há diferenças básicas entre reabilitar um paciente sedentário que se lesionou no trabalho por um esforço repetitivo, sofreu uma fratura em um acidente ocasional ou lesões causadas por envelhecimento, de um atleta amador ou profissional.

No caso de atletas profissionais, a especialidade ainda otimiza o treino, identifica pontos fracos na performance e devolve o esportista o mais rápido possível à pratica esportiva após uma lesão. “O atendimento é diferenciado pelo fato do paciente ser atleta ou praticante de esportes, e assim necessita que a recuperação seja mais rápida que a convencional, então utilizamos recursos e protocolos específicos para esse tipo de paciente”, explica Christian Zanardi, fisioterapeuta do CEFE (Centro Especializado em Fisioterapia Esportiva) da Clínica Orthos. 

Segundo Christian, a fisioterapia esportiva só é possível de ser aplicada em pacientes desse perfil porque o corpo do atleta está apto a suportar demandas mais altas do que pacientes convencionais. “Conseguimos aplicar mais atividades, pois a resposta do organismo do atleta é mais rápida, seu metabolismo é mais ágil do que uma pessoa que não pratica esporte algum. O atleta é resistente e evolui positivamente mais rápido”, explica.   

O acadêmico Eduardo Stenio Gonçalves, de 19 anos, é jogador de futsal em um time universitário, ação que possibilita o pagamento da mensalidade da universidade por meio da prática do esporte. Atleta desde os seis anos, já jogou em categorias profissionais em Estados como de São Paulo e Goiânia, participando de campeonatos. Há cinco meses, machucou o joelho direito em pleno campo, durante um treinamento. Após duas semanas, por conta das dores, decidiu fazer a ressonância, com resultado de encaminhamento à cirurgia. Logo em seguida, iniciou o tratamento no CEFE da Orthos. 

O acadêmico de Direito ressalta a importância de realizar os procedimentos em segurança com um profissional especializado. “Com certeza indico fazer esse tratamento com um especialista por conta das orientações de qual o limite de força e esforço posso aplicar nos exercícios. Não corro o risco de me machucar novamente e assim atrasar minha volta aos campos, já que além de garantir meu curso, também não atrapalha o desempenho da minha equipe”, explica.

A fisioterapia esportiva também é funcional para tratamentos de profilaxia. O profissional desse segmento acaba atuando na preparação de atletas, bem como na prevenção e também na recuperação de lesões. “Também cobramos muito dos atletas a questão da precaução. Se for falar em custos, o paciente que optar por um tratamento de prevenção, paga mais barato do que um tratamento de recuperação. A prevenção também sempre é mais benéfica para o corpo do que o tratamento, pois não há dor, não há lesão. É mais simples e ainda evita frustrações”, esclarece Christian Zanardi, fisioterapeuta. 

Pensando no sucesso de seus treinos e preparação para a prática de maratonas, Patrícia Donida realiza o tratamento preventivo no CEFE Orthos. A engenheira civil pratica corrida há sete anos, e há dois, começou a encarar maratonas em vários lugares do mundo, além do Brasil, como Paris, Nova Iorque, Chile, com o próximo desafio para setembro em Berlin, na Alemanha.  Desde janeiro desse ano, ela mantém o foco na prevenção. “O treinamento para maratonas é muito intenso e exaustivo e para evitar qualquer lesão nesse período, é preciso sim de um acompanhamento mais detalhado de um profissional especializado e trabalho de fortalecimento, incluindo o pós-treino” contextualiza.

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